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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Carnaval - Aprenda a fazer um colar havaiano



Confira o passo a passo e chame seu filho para participar. Este pode ser um complemento bacana para uma fantasia de Carnaval

Simone Tinti / Produção Kika Zorzetto

Rodrigo Schimidt
Quer um acessório divertido para o Carnaval? Um colar havaiano, bem colorido, pode ser um complemento para aquela fantasia tradicional de turista. Veja o passo a passo e chame seu filho para montar com você 

Materiais 

Canudos coloridos 
Lã 
Retalhos de tecidos 
Lápis 
Tesoura 








Modo de fazer
 
Rodrigo Schmidt
1.Desenhe várias flores nos retalhos de tecido. Você pode variar a cor. Depois, recorte as flores. 









Rodrigo Schmidt
2.Faça um buraco pequeno no centro de cada flor (elas precisarão passar pela lã). Para isso, dobre a flor no meio uma vez, e depois novamente. Faça o corte bem no meio. 








Rodrigo Schmidt
3.Corte o canudo em pedaços bem pequenos. 










Rodrigo Schmidt
4.Faça um ou mais nós na ponta da lá, e corte um cordão grande, de acordo com o tamanho que você quer para o seu filho 








Rodrigo Schmidt
5.Por fim, é hora de o seu filho montar o colar, obedecendo à seguinte sequência: um nó, um canudo; um nó, uma flor; e assim sucessivamente. 





Rodrigo Schmidt
6.Está pronto! Se quiser fazer uma tiara para as meninas, é só repetir os passos, mas usar um cordão mais curto.





sábado, 28 de janeiro de 2012

10 de Janeiro - Dia do Padroeiro de nossa cidades

SGonçalo.jpg (22530 bytes)

São Gonçalves do Amarante (Portugal) ou Gonzalo do Amarante (Espanha) ou em Latim Gundisalvus do Amarante, nasceu em Vuzella (perto de Braga ) Portugal em 1187. Morreu em 1259. Teve o seu culto aprovado em 1560.
Gonçalves do Amarante foi um verdadeiro filho da Idade Média, um dos homens saído das páginas da "Lenda Dourada". Toda a sua vida se lê como um mural de uma parede de uma igreja cheia de coisas maravilhosas e cores brilhantes. Continua...

Fonte: Cademeusanto

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Dia 22 de novembro - Revolata da Chibata


Video do Profº Marcelo Sales.  Imagens do "Almirante Negro" e da Revolta da Chibata, com trilha musical de João Bosco e Aldir Blanc "O Mestre-sala dos Mares". Apresentada a letra original, censurada pela ditadura militar no Brasil.

A Revolta da Chibata ocorreu durante o governo de Hermes da Fonseca, em 1910. Foi um levante de cunho social, realizado em subdivisões da Marinha, sediadas no Rio de Janeiro. O objetivo era por fim às punições físicas a que eram submetidos os marinheiros, como as chicotadas, o uso da santa-luzia e o aprisionamento em celas destinadas ao isolamento. Os marinheiros requeriam também uma alimentação mais saudável e que fosse colocada em prática a lei de reajuste de seus honorários, já votada pelo Congresso. De todos os pedidos requeridos, o que mais afligia os marujos eram os constantes castigos a que eram sujeitos. Esta situação revoltou os marinheiros, que eram obrigados, por seus comandantes, a assistir a todas as punições aplicadas, para que elas servissem de exemplo. Os soldados se juntavam e ao estampido de tambores traziam o rebelado, despido na parte de cima e com as mãos atadas, iniciando o castigo.
A sublevação deu-se quando um marinheiro de nome Marcelino Rodrigues levou 250 chicotadas por ter machucado um companheiro da Marinha no interior do navio de guerra denominado Minas Gerais, que se encontrava a caminho do Rio de Janeiro. Os rebelados assassinaram o capitão do navio e mais três militares. Enquanto isso, na Baía de Guanabara, os insurgentes conseguiram a adesão dos marujos da nau São Paulo.

O condutor da insurreição, João Cândido – o célebre Almirante Negro –, foi o responsável por escrever a missiva com as solicitações exigidas para o fim da revolta.
O presidente Hermes da Fonseca percebeu que não se tratava de um blefe e decidiu ceder diante do ultimato dos insurgentes. Os marinheiros confiaram no presidente, entregaram as armas e os navios rebelados, mas com o término do conflito o governante não cumpriu com a sua palavra e baniu alguns marinheiros que haviam feito parte do motim. Os marinheiros não se omitiram diante deste fato, estourando outro levante na Ilha das Cobras, o qual foi severamente abafado pelas tropas do governo. Muitos marujos morreram, outros tantos foram banidos da Marinha. Quanto a João Cândido, foi aprisionado e atirado em um calabouço na Ilha das Cobras. Quando se livrou da prisão, encontrava-se emocionalmente amargurado, considerado até mesmo meio alucinado. Em 1912 ele foi julgado e considerado inocente. Historicamente ficou conhecido como o Almirante Negro, aquele que aboliu o uso da chibata na Marinha brasileira.
Fonte: Infoescola

domingo, 20 de novembro de 2011

Carta do governador Fernão de Souza Coutinho ao Rei, narrando a formação do quilombos dos Palmares.

O documento histórico abaixo refere-se a uma descrição dos chamados “quilombos”. Leia o documento histórico atentamente, e depois faça uma pesquisa na Sala de Leitura da Escola sobre o tema para elaborar uma maquete ou uma Planta do Quilombo dos Palmares.

Carta do governador Fernão de Souza Coutinho ao Rei, em 1671, narrando como se formaram os o quilombos dos Palmares.

"Há alguns anos que, dos negros de Angola fugidos ao rigor do cativeiro e fábricas dos engenhos desta capitanias, se formaram povoações numerosas pela terra dentro entre os Palmares e matos, cujas asperezas e faltas de caminhos os têm mais fortificados por natureza do que pudera ser por arte e, crescendo cada dia em número, se adiantam tanto no atrevimento que com contínuos roubos e assaltos fazem despejar muita parte dos moradores desta capitania mais vizinhos aos seus mocambos, cujo exemplo e conservação vai convidando cada dia aos mais que fogem, por se livrar [do] rigoroso cativeiro que padecem, e se verem com a liberdade lograda no fértil das terras e segurança de suas habitações, podendo-se temer que com estas conveniências cresçam em poder de maneira que, sendo tanto maior o número, pretendam atrever-se a tão poucos como são os moradores desta capitania a respeito dos seus cativos; para evitar este dano, determino passar a Porto Calvo na entrada deste verão, lugar mais proporcionado para se fazer esta guerra e dali [...] mandar abrir caminhos para os ditos Palmares, por onde possam ser investidos e arrasadas as suas povoações, continuamente, até de todo se extinguirem e ficar livre esta capitania deste dano que tanto a ameaça; (...) não está menos perigoso este Estado com o atrevimento destes negros, do que esteve com os holandeses, porque os moradores nas suas mesmas casas e engenhos têm os inimigos, que os podem conquistar se se resolverem; a seguir têm pernicioso exemplo, admoestados dos mesmos rebeldes que os comunicam, tendo já tendas de ferreiros e outras oficinas com que poderão fazer armas, pois usam de algumas de fogo que de cá levam; e este sertão é tão fértil de metais e salitre, que tudo lhes oferece para sua defesa, se lhes não faltar a indústria que também se pode temer dos muitos que fogem – já práticos em todas as mecânicas. E porque de semelhantes perigos desprezados se vêm ordinariamente a ocasionar danos irreparáveis, me pareceu opor-me aos que daqui podem resultar.Quererá Deus ajudar-me para que consiga deixar esta capitania livre desta perturbação, que será para mim o maior prêmio de todos os serviços que a Vossa Alteza desejo fazer [...]"

Inácio, Inês, e Tânia R. de Lucca. Documentos do Brasil colonial. São Paulo, Editora Ática, 1993, pág. 77

Fonte: I Caderno Pedagógico de Geografia do SME RJ, ficha 29, pág.134

sábado, 19 de novembro de 2011

19 de novembro - Dia da Bandeira do Brasil

Hino à Bandeira do Brasil
Letra de Olavo Bilac
Música de Francisco Braga

Salve lindo pendão da esperança!
Salve símbolo augusto da paz!
Tua nobre presença à lembrança
A grandeza da Pátria nos traz.

Recebe o afeto que se encerra
em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

Em teu seio formoso retratas
Este céu de puríssimo azul,
A verdura sem par destas matas,
E o esplendor do Cruzeiro do Sul.

Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

Contemplando o teu vulto sagrado,
Compreendemos o nosso dever,
E o Brasil por seus filhos amado,
poderoso e feliz há de ser!

Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

Sobre a imensa Nação Brasileira,
Nos momentos de festa ou de dor,
Paira sempre, sagrada bandeira
Pavilhão da justiça e do amor!

Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!